Crítica não a letra, mas ao que foi comentado.
“Ele vem saltando pelos montes” – Ele quem? Um cabrito?
“Os seus cabelos são brancos como a neve” – Se é um cabrito é cabeludo.
“E em seus olhos há fogo” – Cabrito, cabeludo, com olhos de fogo, parece a mula sem cabeça!
“Incendeia, senhor, a sua noiva”- que senhor é esse? Um velhinho? Está mandando cometer um crime?
“Incendeia, senhor, a sua igreja”- ainda querem que o velhinho seja perseguidor da igreja
“Incendeia, senhor, a tua casa”- para quê? Receber seguro? Isso é ilegal!
“vem me incendiar”- Tem alguma coisa errada com esse cara, é suicida?
Só gostaria de perguntar duas coisas:
“Se é um cabrito é cabeludo.” Cabrito tem cabelo ou pêlo?
“Cabrito, cabeludo, com olhos de fogo, parece a mula sem cabeça!” Se for uma mula sem cabeça então, provavelmente, não tem nem cabelo e nem olhos, certo?
O resto não vale a pena comentar, pois percebe-se um apelo agressivo para detonar o que ele considera ser uma letra de música evangélica pobre. Só acho que se ele pretende levar-nos a reflexão, como ele diz, deveria ser mais respeitoso com o que o outro pensa e não querer impor isso a nós, querendo fazer-nos pensar igual a ele. E para mim, uma pessoa que impõe um pensamento, na verdade, não tem fundamentos reais de que o que pensa é certo e que, até mesmo ele, não tem tanta certeza do que acha ser certo ou não, mas tenta se convencer disso por meio dessa agressão a letra. Pois criticar não significa menosprezar, nem julgar, muito menos degradar algo, mas dar o seu posicionamento sem ferir o que está sendo criticado.
Viviane Martins
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